quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Confira nove dicas para prevenir dor nas costas


Cerca de 90% da população terá pelo menos uma crise de lombalgia (dor nas costas), de acordo com Alexandre José Reis Elias, neurocirurgião e especialista em coluna do Hospital 9 de Julho, de São Paulo. Como prevenir é melhor que remediar, confira nove dicas para diminuir as chances de ter o incômodo nas costas:
1 - Não durma de bruços, mas de lado e com um travesseiro entre os joelhos ou de barriga para cima, com um travesseiro atrás do joelho;
2 - O colchão não deve ser muito mole ou duro. O semiortopédico é uma boa opção, mas não existe regra e a escolha é individual;
3 - Para sair da cama, não se levante para frente. A melhor forma é virar o corpo para o lado e se levantar nessa posição;
4 - Quando for pegar objetos no chão, se agache dobrando os joelhos e sem inclinar a coluna. Não carregue peso excessivo (por exemplo, mais que três ou quatro quilos);
5 - No trabalho, se sente em cadeiras que não reclinem para trás e que tenham apoio para os braços. As costas devem ficar bem apoiadas e os pés totalmente encostados no chão. A tela do computador precisa ficar na altura dos olhos para o pescoço permanecer em uma posição confortável;
6 - Ao carregar mochilas, coloque as alças nos dois braços e tome cuidado com o excesso de peso;
7 - O salto alto pode acarretar dor na coluna lombar. Tenha bom senso e use-o apenas eventualmente. Se provocar dor, evite-o;
8 - Dirija com as costas apoiadas no banco e os braços parcialmente fletidos (não esticados totalmente);
9 - As gestantes devem manter atividade física supervisionada e permanecer dentro do peso. É que dores lombares são comuns e, na maioria das vezes, não indicam nenhum problema sério. De qualquer forma, é recomendado procurar um especialista em coluna para fazer o diagnóstico correto e indicar o tratamento adequado e as formas de prevenir novas crises.

O bom da vida nas montanhas


Viver em regiões montanhosas pode diminuir as doenças cardíacas
Foto: Getty Images
Um estudo conduzido por pesquisadores dos departamentos de cardiologia e de epidemiologia da Universidade de Atenas, na Grécia, revelou que pessoas que vivem em regiões montanhosas podem ter o coração mais saudável.
Segundo a pesquisa, que avaliou duas mil pessoas moradoras de uma pequena cidade rural grega, entre 1981 e 1996, os níveis de lipídeos no sangue, glicose e ácido úrico nesses indivíduos são menores se comparado com os níveis encontrados nas populações que vivem ao nível do mar.

Outro dado interessante é que os números de casos de indivíduos que sofrem de doenças cardíacas, hipertensão e até mesmo os índices de mortalidade em geral também são menores. O grupo de montanheses avaliados apresentou um risco 40% menor de sofrer com problemas no coração. Para chegar a esses números, os estudiosos coletaram dados sobre a condição física e os históricos de doenças da população, além de colher amostras de sangue dos participantes.
Apesar dos resultados positivos, os pesquisadores ainda não conseguiram descobrir ao certo qual o fator principal que pode livrar moradores de montanhas das doenças do coração. Mas eles acreditam que o aumento da atividade física sob condições de baixos teores de oxigênio entre os moradores das montanhas pode ser uma das explicações para os resultados.
Os pesquisadores ressaltaram ainda que os indivíduos que já apresentaram algum evento cardíaco devem ter cuidado, já que o fato de frequentar locais com altitudes elevadas pode trazer complicações.

Veja 5 maneiras de não sair da dieta nos fins de semana


Segunda-feira é o dia mundial da dieta. Depois dos excessos do fim de semana, são comuns as promessas de maneirar no consumo de alimentos calóricos durante a semana. Mas também é sabido que poucos são os que mantêm a promessa, que geralmente é adiada para a próxima semana.
Pois especialistas afirmam que é possível manter a linha sem radicalizar, inclusive nos fins de semana, seguindo algumas regras simples. Confira cinco dicas listadas pela nutricionista Vanessa de Oliveira, da Clínica Onodera Estética, no Rio de Janeiro, para aliar diversão com corpinho em forma:
1) Happy hour com as amigas: "Invista em sucos de frutas, petiscos de queijo branco, sanduíche de ricota, crostine de tofu e canapé de vegetais", disse a nutricionista
2) Café da manhã na padaria: "Fuja das tentações e peça sucos de frutas com sanduíche natural ou quatro pães de queijo pequenos com suco de laranja."

3) Jantar com o namorado: "Para abrir o apetite, peça uma salada verde levemente temperada. Invista em um grelhado como prato principal, legumes gratinados como guarnição."

4) Cineminha: "Uma porção pequena de pipoca de manteiga está liberada. Mas, quem está disposta a resistir à tentação pode optar por chips de frutas ressecadas ou cookies integrais";

5) Ficar sem fazer nada em casa: "A melhor opção é fazer as seis refeições diárias, e equilibradas, pois assim não sentirá muita fome. Mas se quiser assaltar a geladeira, vá à gaveta de frutas e pegue as uvas, morangos, ameixas... Frutas que podem ser colocadas em pequenas porções que distraem a mente e mata a fome, enquanto você vê um filme ou assiste à novela".

Perguntas e respostas sobre Botox.



Para que serve o BOTOX ® em Medicina Estética ?
O BOTOX ® vem sendo usado para tratamento imediato das rugas da face. Os melhores resultados são para as rugas da testa, as da região entre as sobrancelhas e para as do canto dos olhos, os “pés de galinha”.
O BOTOX®  pode tirar a naturalidade da expressão e deixar a face “endurecida” ?
O BOTOX ® realizado com eficiência, trás um grande resultado. Estes resultados são os responsáveis pela explosão em seu uso. O paciente e o seu círculo de relacionamento familiar e de amizade percebem a melhora, mas esta melhora deve ser natural, e é desejável que não se perceba com facilidade que o BOTOX ® foi aplicado. As pessoas dizem que o paciente está bem, com aspecto descansado e com melhor aparência, O exagero do uso do BOTOX ® apresenta resultados pouco naturais, que não devem ser o objetivo do tratamento. Na Clínica Naturale, preferimos o BOTOX ® para o pé de galinha, para as rugas da testa e para atenuação das rugas da glabela. Deixamos rugas e sulcos de outras localizações para outras técnicas, e assim mantemos os resultados naturais.
A utilização de BOTOX ® é perigosa?
Não. O medicamento foi testado desde 1984 nos Estados Unidos e é liberado pelo FDA americano, que é o mais rigoroso controle de medicamentos do mundo. É liberado desde 1992 pelo Ministério da Saúde do Brasil. O uso inicial era para pessoas que tinham espasmos musculares e mais recentemente começou à ser usado em medicina estética. É um medicamento novo para estética, mas já é muito conhecido por outros usos médicos o que dá segurança em sua aplicação. Nos tratamentos estéticos é usado doses pequenas, de 25 à 50 Unidades, enquanto a dose que provocaria complicações é muito maior, de 3000 Unidades. Sendo utilizado por médicos experientes os problemas são extremamentes raros.
Existe creme BOTOX  ?
O chamado Creme BOTOX   é o Argireline .  A Ação Biológica do creme realmente é parecida com a ação da Toxina Botulínica , mas em intensidade muito menor. Não substitui o BOTOX  , mas pode ser utilizado como um coadjuvante.
O creme , assim como o BOTOX  age na liberação da acetilcolina , as vesículas que fazem parte do nervo e que promovem a contração muscular . O bloqueio da contração , provoca o alisamento da pele a partir da ação menor do músculo.
Em nossa clínica utilizamos o Argireline , o creme com efeito BOTOX  – like apenas como coadjuvante dos tratamentos, sendo parte das formulações dermatológicas.
Existem mais de um tipo de BOTOX ® ?
Existem vários tipos de toxina botulínica o BOTOX ® e o Dysport ® são do tipo A. O Myobloc® é do tipo B. A toxina tipo B tem efeitos semelhantes, mas sua grande utilização é nos poucos pacientes que apresentam resistência ao tipo A, ou seja recebem a aplicação mas os efeitos são pequenos ou de pequena duração. nestes casos o tipo B, Myobloc® pode ser utilizado.
Como funciona o BOTOX ® ?
O medicamento bloqueia o funcionamento do músculo em que foi injetado. O músculo relaxa e não contrai mais por algum tempo. Os músculos em que é injetado não tem função para o corpo e são os que provocam as rugas. Com o relaxamento destes músculos se obtém o desaparecimento das rugas.
A região em que foi aplicado o medicamento fica anestesiada?
Não, não há nenhuma alteração de sensibilidade. O que muda é só a capacidade de movimento de alguns músculos que são os formadores de rugas e sulcos de expressão.
O tratamento serve para todas as idades?
Sim, algumas pessoas que tem estes músculos muito fortes podem ter aparecimento de marcas de expressão muito cedo, mesmo logo após os 20 anos. Em pessoas muito idosas, as marcas são mais profundas e podem necessitar de tratamento complementar com preenchimento, mas todas as idades podem obter beneficio para a aparência com este tratamento.
Quanto tempo dura o efeito do tratamento?
O movimento pode voltar em um período de tempo variável, mas as rugas podem voltar em cerca de 6 mêses ou mais . O BOTOX ® deve ser reaplicado , não imediatamente quando os movimentos voltam, mas um pouco depois , quando as rugas começam a reaparecer. Assim. tudo acontece como se o tempo tivesse sido paralizado, pelo menos, para as rugas.
Existe efeito à longo prazo?
Existe a necessidade de repetir as aplicações para se manter o efeito, mas à longo prazo existe um efeito residual por diminuição da atividade do músculo e controle do hábito de contrair. Pode então ser necessário doses menores para se obter o efeito desejado. Mas isto não ocorre igualmente para todas as pessoas.
A Aplicação de BOTOX ® causa dor ?
É usado material muito delicado para fazer as aplicações, como microagulhas, e também é usado previamente um creme anestésico que deixa o tratamento muito tolerável e bem aceito.Pessoas muito sensíveis, podem ser submetidas a um bloqueio anestésico da região da testa, o que deixa o procedimento ainda mais tolerável.
É um tratamento demorado? É necessário repouso após a aplicação?
Não, a aplicação é simples e dura em média 10 minutos. É feita na própria clínica e o paciente pode voltar imediatamente ao trabalho, não necessita nenhum repouso.
Pode tomar sol após a aplicação?
Não há restrições ao sol por causa do tratamento, no entanto, recomenda-se o uso de filtro solar porque o objetivo é o rejuvenescimento facial.
O tratamento é dispendioso?
O medicamento custa relativamente caro, mas o tratamento acaba não sendo muito dispendioso porque é simples e não necessita hospitalização para ser realizado.
Onde o tratamento está disponível?
A Clínica Naturale foi uma das primeira clínicas a utilizar a toxina botulínica no Brasil e já realizou milhares  de tratamentos. Seus médicos realizam pesquisas e proferem conferências sobre o assunto.

Brasileiros comem mal


É muito comum o paciente no consultório dizer que come quase nada e engorda. E ainda fala que todo gordo diz isso, mas é verdade mesmo: eu não como nada e engordo.

Em pesquisa feita nas cinco regiões do país mostra que os brasileiros não se alimentam de forma saudável.
Comem frituras demais e dispensam grelhados e verduras. Fazem as refeições diante da televisão e gostam de ir a lanchonetes de fast food. Ingerem alimento rápido, com pressa. E, quando podem, "beliscam alguma coisinha" fora de hora.

Essa pesquisa foi realizada a pedido da Sociedade Brasileira de cirurgia Bariátrica (cirurgia de redução do estômago) e Metabólica pelo instituto de opinião Toledo & Associados entre julho e setembro de 2007.

Diante dos maus hábitos alimentares, a pesquisa apontou que 63,1% dos brasileiros estão acima do peso. Daí conclui-se que 117 milhões de pessoas estão com sobrepeso ou obesidade.

Quanto ao hábito de comerem diante da televisão ou computador, foi apontado que 43% das pessoas assim se alimentam. O certo seria comer sentado à mesa, prestando atenção no que está comendo. A pesquisa mostrou também que 36% dos entrevistados "beliscam" chocolate, biscoito recheado, coxinha, pastel, bolo, pipoca, doce de leite e bala.

Outro alerta é quanto às frituras, que é base do prato de 50% dos brasileiros. Bem sabemos que alimentos fritos dão a impressão de mais saborosos, inclusive começando pelo aroma que exala.

Para comentar a pesquisa, realmente é isto que se observa. As pessoas estão com sobrepeso ou obesas e muitas com obesidade mórbida. O hábito de comer errado é explicado pelo estilo de vida agitado e longe de casa. Come-se onde estiver, muitas vezes em pé e rápido. O fast food inclui nessa rapidez.

O costume da fritura já vem desde a infância. Muitos lares gastam litros e litros de óleo utilizados em frituras e que passam para os alimentos ingeridos, com mais sabor é lógico e isso se aprende logo. Verduras e legumes refogados dão trabalho e não têm muito gosto.

Quanto aos "beliscos", esse é um costume que se adquire facilmente. Em muitas repartições públicas ou outras empresas sempre tem alguém que em determinada hora passa com o salgadinho cheirando gostoso. Na bolsa o chocolate ou o pacote de bolacha recheada estão sempre presentes. A bala (20 calorias) é fácil de adquirir e saborear. Isso cria hábito. A pesquisa revelou a verdade da situação dos brasileiros.
Por:
Dr. José Rui Bianchi
Médico psiquiatra e Autor do livro "Emagrecer também é Marketing" - DVS Editora

Obesidade Infantil


Todos sabem que nos dias de hoje a obesidade é um problema. Ressalto existir uma outra preocupação maior, a obesidade infantil. Estima-se que 10% das crianças já estão obesas.
Crianças obesas poderão ser os adultos obesos

Os estilos de vida atuais das famílias, a cultura consumista e os tipos de relacionamentos contribuem para a obesidade desde a infância. O fato dos pais manterem seus filhos dentro de casa, objetivando segurança, faz com que as crianças brinquem de forma a não gastar calorias e ficando sedentárias.

Na cultura de consumir o que aparece de novidade e geralmente no campo da alimentação, as guloseimas e sanduíches muito calóricos descontrolam o equilíbrio energético. Os relacionamentos com exageradas comemorações em happy hour, jantares, festas de aniversários, bolos por

qualquer motivo e fast foods, pizza em casa etc. colaboram em muito para a obesidade. A alimentação em rodízios de pizza ou carne propicia o exagero.

A criança cresce nesse ambiente e adquire os comportamentos vividos e proporcionados pelos seus pais. O uso do açúcar (ou outro carboidrato) e da gordura é exagerado, estão presentes nos alimentos mais convidativos das crianças: bolos, salgadinhos, sorvetes, bolachas, biscoitos, refrigerantes, lanches, batata, macarrão e sendo usado em excesso vão se acumulando em forma de tecido adiposo.

A criança aprende logo que consegue manipular seus pais, porque esses alimentos muitas vezes, são usados como recompensa. É em torno dos dois anos e meio que se definem o número de células gordurosas do futuro adulto. Se em criança adquirir muitas células gordurosas, quando adulta será mais difícil de ser magra.

Vemos muitos pais e avós que gostam que a criança seja gordinha e rechonchuda desde bebê. A prevenção da obesidade é o melhor método de emagrecimento e ela deve começar na gestação da mãe. Alimentando-se adequadamente. O exemplo deve começar em casa. O que é fácil e cômodo para os pais pode não ser saudável para os filhos.

Ao nascer, o melhor alimento é leite materno. A partir de um ano deve haver a introdução de alimentos sólidos como frutas, legumes e carnes magras. É importante que os pais passem a idéia de que o açúcar deve ser ingerido em pequenas quantidades. Os comportamentos alimentares são facilmente condicionados nas crianças por quem as alimenta e educa.

É preciso usar criatividade na alimentação, estabelecer limites e oferecer o que é saudável. Cuidado com guloseimas e beliscos entre as refeições. Ter paciência, jogo de cintura, criatividade e ser enérgico. Pais que não falam "não" não são obedecidos pelos filhos. Às vezes é bom deixar a criança sentir fome ao invés de dar uma guloseima. Na refeição seguinte ela sentirá fome e comerá.

Medidas a serem tomadas:

Gestação controlada

Mamar no peito

Introdução de frutas, legumes e carnes magras

Comer somente na mesa com todos da família

Pratos coloridos

Estimular exercícios

Evitar muito tempo de TV, computador ou vídeo game

Evitar beliscos entre refeições, deixe sentir fome

Evite refrigerantes e bolachas recheadas (marque dia para esses alimentos).


A criança assimila o que lhe for imposta e aprende por repetição, imitação e exemplos.

Aguardo perguntas e sugestões.
Por:
Dr. José Rui Bianchi
Médico psiquiatra e Autor do livro "Emagrecer também é Marketing" - DVS Editora

Dietas rápidas e malucas


dos sabem que para emagrecer é necessário comer menos e fazer exercícios físicos, ou seja, evitar o sedentarismo.

Acontece que poucos têm paciência e muito menos perseverança para desenvolver uma reeducação alimentar e mudar seu estilo de vida.


Quem gosta de comer desregradamente quer continuar assim, pois adquiriu esse hábito. Quem não faz exercícios físicos e têm vida sedentária, a prioriza e jamais quer mudar isso. É tão bom ficar sem fazer nada.

A partir daí começa a procurar uma forma de emagrecer que lhe satisfaça e que esteja de acordo com seu modo de vida. Ora isso é impossível. Como emagrecer comendo da forma que vinha comendo e engordando, sem fazer exercícios?

Existem atualmente muitas dietas que se classificam como rápidas, por exemplo, para quem vai fazer cirurgia do coração e precisa emagrecer o quanto antes. Uma que pede para evitar carboidrato e açúcares, a dieta líquida, a dieta do atum, da lua, da sopa etc."

Em primeiro lugar, as pessoas têm seus aparelhos digestivos diferentes uns dos outros e que vão se comportar de maneiras diferentes, e em muitos casos de maneira prejudicial ao organismo. Quem não metaboliza bem as proteínas e gorduras sofrerá conseqüências se fizer a dieta de restrição do carboidrato e ficará ainda mais ansiosa. Seus rins poderão entrar em sofrimento. As dietas como dos líquidos podem levar o organismo a deficiências de certos nutrientes e assim por diante.

Outro ponto negativo destas dietas rápidas é que pessoas as fazem por pouco tempo, emagrecem, mas não dão continuidade, tendo como conseqüência a volta dos quilos perdidos e muito rapidamente.

Sabemos que a mente das pessoas habituadas com comportamentos inadequados, tanto na alimentação como no estilo de vida sedentária não quer mudar esses hábitos, o que as dificulta escolher o melhor caminho do emagrecimento. Preferem atalhos supostamente fáceis e eficientes, mas não duradouros.

Todos os especialistas são unânimes na questão de que a reeducação alimentar, com conhecimento que convença a mente e exercícios físicos é que emagrece saudavelmente e tem a chance de permanecer magro.
Por:
Dr. José Rui Bianchi
Médico psiquiatra e Autor do livro "Emagrecer também é Marketing" - DVS Editora

A armadilha do "eu mereço"


Felizmente, para emagrecer com saúde não é necessário seguir dietas da moda ou padrões absurdos de alimentação.

Com uma alimentação equilibrada, composta por alimentos naturais e pobre em gorduras e açúcares, a maioria das pessoas consegue eliminar peso com segurança e de maneira simples, estabelecendo padrões saudáveis de alimentação para a vida toda.
Isso sim é reeducação alimentar, portanto, esqueça da palavra dieta.

Mesmo sabendo que comem mal e que estão acima do peso (Você está acima do peso? Clique aqui e descubra), muitas pessoas não conseguem abandonar os velhos e maus hábitos. Assim, permitem-se várias exceções e retornam ao padrão calórico de alimentação.

Estou de férias e feliz - vou comer tudo o que mereço! Este comportamento expressa uma mistura equivocada entre sentimento e ação. Por mais que o alimento esteja associado ao prazer, não há razão para abandonar um padrão equilibrado de alimentação, pois este também pode ser prazeroso, com a vantagem de beneficiar o funcionamento do organismo.

Festas, visita à casa de amigos, reuniões em restaurantes, uma promoção no trabalho, ou até mesmo aquele momento tranqüilo em casa, podem servir de desculpa para concessões na alimentação. Essas escapadas são justificadas como prêmios por merecimento. Mas quem merece um prêmio que o prejudica?

É necessário autocontrole para não sucumbir aos desejos momentâneos e ser capaz de adiar esse tipo de satisfação com o pensamento nos objetivos almejados. Assim como as alegrias, os problemas também podem detonar as exceções na alimentação.

Tristeza, problemas familiares e rotina estressante são freqüentemente, citados como motivos de recaída. O pior é que depois sempre paira o sentimento de culpa sobre a cabeça, como se fosse aquela nuvenzinha negra de história em quadrinhos. A pessoa sente-se mal, conclui que é indisciplinada e incapaz de prosseguir com a reeducação alimentar. Conclusão: aumenta seus problemas!

Algumas dicas podem ser úteis para controlar as armadilhas do eu mereço:

1 - Lembre-se que os problemas começam quando se diz SIM.

2 - Não deixe que ninguém - incluindo sua mãe e namorado - manipule você, dizendo para comer algo que não faça parte da sua reeducação alimentar, mesmo que digam - mas fiz só para você!

3 - Lembre-se que um, de vez em quando, é bom. Dois sempre é demais.

4 - Ao receber um convite para comer na casa de amigos, em festas ou restaurantes, escolha as opções menos calóricas. Se possível faça, antes do compromisso um lanchinho leve e saudável. Com o estômago abastecido, você terá mais tranqüilidade para conversar mais com os amigos e comer menos.

5 - Vá ao supermercado sem fome e compre apenas o que estiver planejado na sua lista. Dessa forma, você consegue maior controle sobre o que leva para casa.

6 - Se você é vítima freqüente de congestionamentos de trânsito, ou passa o dia fora de casa, tenha sempre um pronto-socorro na bolsa, com alimentos leves, como barras de cereais, frutas secas ou frescas.

7- Coloque em um lugar à vista uma foto sua de quando estava com o peso que deseja alcançar. Inspire-se nela, sempre que estiver em risco sua reeducação alimentar, obtendo força para seguir em frente.

8 - Coma sempre DE-VA-GAR, coloque atenção no que está saboreando.

9 - Ao menor desejo de atacar guloseimas, pense: é isso que quero para mim?

10 - Saiba que todos os alimentos podem ser ingeridos. Entretanto, a quantidade e a freqüência dos calóricos devem ser bem controladas, para que as exceções não se tornem a regra, inviabilizando o desejo de conquistar um corpo saudável.
Por:
Flávia Leão Fernandes

Relações entre a humanidade e o Meio Ambiente



Aquecimento global, poluição, sustentabilidade.
.. Muitos são os temas relacionados ao meio ambiente que estão em foco nos dias de hoje e a maioria das pessoas continua tratando esses assuntos como se fossem distantes e não atingissem a si próprias ou às suas famílias.

Mas há também aqueles que buscam saídas para amenizar tantos problemas na relação entre a humanidade e a natureza. Rita Mendonça, bióloga e coordenadora do Instituto Romã e do Sharing Nature Worldwide no Brasil, é um bom exemplo disso. Ela conta que gosta de temas relacionados ao meio ambiente desde pequena, quando lia histórias de crianças em fazendas. Mais tarde, decidiu cursar Biologia na faculdade. "Eu não entendia porque nós humanos não tínhamos a capacidade de transformar a natureza de forma harmônica", lembra Rita.

A busca por respostas levou a bióloga a fazer especialização também em Biologia e trabalhar em estudos de impacto ambiental e ecologia humana. Mais tarde, ela teve contato com um livro do professor Joseph Cornell, fundador do grupo Sharing Nature - ou "Vivências com a Natureza" -, e se identificou com a proposta da entidade. "A metodologia do Sharing Nature faz as pessoas irem perdendo o olhar de quem está fora da natureza e perceberem que fazem parte dela", afirma Rita. Ela teve a oportunidade de conhecer Joseph em 1996 e acabou sendo convidada para coordenar o Sharing Nature aqui no Brasil.

A parceria deu certo e Rita resolveu criar uma entidade para administrar melhor esses trabalhos no país. Foi ai que surgiu o Instituto Romã, que trabalha com a mesma metodologia do Sharing Nature - o chamado "Aprendizado Sequencial". "Nosso objetivo é desenvolver projetos específicos para a necessidade de cada pessoa ou comunidade", explica a bióloga. Ela citou uma ação contra a violência realizada no bairro de Perus, na cidade de São Paulo. O projeto foi adaptado à realidade do lugar e teve como centro o Parque Anhanguera. Ali foram ministrados cursos de capacitação em educação ao ar livre para jovens e adultos.

Rita acredita que só é possível conciliar desejos e consciência ambiental "quando existe a oportunidade de desenvolver com as pessoas um aprofundamento dessa consciência e refletir a respeito". De acordo com ela, o importante é que cada um tome decisões conscientes, analisando prós e contras de suas atitudes. Consumir demais e só por impulso é tão grave quanto jogar lixo nas ruas, já que o consumo exagerado produz muito lixo e também polui o ambiente. É preciso olhar o produto na prateleira do supermercado e pensar: "para que eu quero isso?". Como diz Rita, "o automatismo do consumo não atende aos desejos".

Para contagiar as pessoas ao nosso redor com a ideia de um consumo mais responsável, não adianta falar e falar. O método mais eficaz é fazer. A bióloga conta que começou a carregar uma caneca na bolsa para não precisar consumir copos plásticos sempre que fosse beber alguma coisa. Mas a motivação não partiu dela, e sim de uma amiga que fazia isso. "Meu professor da faculdade sempre falava para a gente levar uma canequinha na bolsa, mas eu nunca tinha feito aquilo. O exemplo da minha amiga valeu mais que mil palavras".

Rita agora sonha em diversificar o grupo com que trabalha. "Gostaria de trabalhar com públicos mais complexos, mais difíceis, como empresários e executivos, que têm um dia-a-dia corrido e pouca flexibilidade para temas relacionados à natureza", fala.

Para ela, ter uma vida em harmonia com a natureza não significa abrir mão do conforto e da vida urbana, mas o que tem de ser mudado são as relações de consumo. "Precisamos descobrir novas maneiras de consumir e nos relacionar, que sejam menos prejudiciais ao meio ambiente. Dependemos disso para sobreviver, pois necessitamos dos recursos naturais para tudo", alerta. Para conhecer melhor o trabalho de Rita basta acessar: www.institutoroma.com.br e www.sharingnature.com.
Por:
Priscilla Nery
MBPress

Má qualidade do ar piora saúde de quem vive em grandes cidades


Morar numa cidade grande tem suas vantagens: lojas de todos os tipos, hospitais mais completos, colégios e universidades, cinema e teatro a qualquer hora. No entanto, a saúde da população em geral não é lá essas coisas, já que todos respiram um ar de qualidade comprometida.


A poluição não é novidade para nenhum morador de cidades mais urbanizadas.

Desde que os carros e fábricas chegaram a alguns locais, vêm despejando no ar mais e mais substâncias que, quando inaladas, fazem mal ao organismo humano. De acordo com o site oficial da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), os poluentes mais presentes na atmosfera são o dióxido de enxofre, monóxido de carbono, ozônio, hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio.

"Os principais problemas que a poluição causa à saúde são os respiratórios e os cardiovasculares", aponta Maria Alenita Oliveira, pneumologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ela explica que sintomas como a falta de ar, tosse, queimação, irritação ocular e nasal estão relacionados a regiões com altos índices de poluição.

No geral, em metrópoles, o que mais contribui para diminuir a qualidade do ar é a alta quantidade de veículos. Eles são emissores de monóxido de carbono, que é altamente tóxico, e dióxido de enxofre que, quando inalado em quantidades razoáveis, pode causar irritação e até doenças crônicas no pulmão.

Nas estações frias, a coisa piora. Isso por causa da inversão térmica, um fenômeno no qual o solo esfria, e, por consequência, deixa a camada de ar frio sob a camada de ar quente. O ar quente funciona como uma tampa que impede os poluentes de se dispersarem. Conclusão: eles ficam acumulados na atmosfera.

Assim, com um maior nível de poluentes, as pessoas acabam inalando essas substâncias e sentindo os efeitos. Começam a tossir, espirrar, sentir irritação nos olhos, nariz, garganta, etc. Caso já tenham alguma doença respiratória, sofrem mais ainda com o frio. "É nessa época que os sintomas de males como a asma se manifestam com frequência. Até o número de internações aumenta no outono e inverno", diz Maria Alenita.

Outro tipo de paciente muito afetado pela poluição é aquele que trabalha circulando pelas ruas, como um motorista de ônibus ou um carteiro. "Por ficarem horas expostos à poluição principalmente proveniente dos veículos que trafegam nas grandes cidades, esses profissionais têm maior incidência de problemas respiratórios", afirma a pneumologista. A especialista explica que esses indivíduos também são obrigados a se expor em horários em que a qualidade do ar fica ainda mais baixa que o normal. O período crítico é em torno do meio-dia.

Para fugir de complicações na saúde, especialmente em tempos de frio, é bom tomar alguns cuidados: hidratação rigorosa do organismo, uso de soro fisiológico nos olhos e nas narinas para diminuir a irritação. Quem faz atividades físicas deve preferir o período da manhã ou final da tarde para realizá-las, para não inalar poluentes durante o período crítico.

Além disso, pessoas que sofrem de males respiratórios como bronquite, rinite alérgica ou sinusite precisam redobrar os cuidados, isto é, evitar ambientes com muito pó e ter acompanhamento médico, como ensina a Maria Alenita. "Quem tem essas doenças normalmente apresenta piora dos sintomas nas estações frias. Por isso, é importante procurar o médico assim que o paciente perceber que terá uma crise, por exemplo, para que essa crise seja controlada a tempo e ao implique em internação".

Lembrando que todos podem dar sua contribuição para inverter a situação. Usar o transporte público ou a bicicleta, em vez do carro, e não adquirir produtos com gases que prejudiquem a camada de ozônio são atitudes simples e que podem melhorar a qualidade do ar nas grandes cidades.
Por:
Priscilla Nery
MBPress

Bom sono = mais saúde


Trabalho, cuidar dos filhos, da vida pessoal e social não é fácil, e arranjar tempo suficiente para um belo descanso, a boa noite de sono ao final do dia fica cada vez mais difícil.


Aquela história de que devemos dormir durante 8 horas por dia não é bem lá verdade, mas devemos ter uma atenção especial na hora daquele "soninho bom de cada dia".

"De um modo geral, não há uma quantidade universal que deva ser atingida toda noite para que pela manhã as pessoas sintam-se bem. Ao contrário, a quantidade ideal de sono parece ser adequada a cada pessoa dentro de uma faixa relativamente ampla", esclarece Mônica Andersen, pesquisadora do Instituto do Sono, de São Paulo.

Ela conta que o importante não é dormir durante uma quantidade específica, mas sim, o número de horas que o corpo pede. "Deve-se buscar identificar o número ideal de horas de sono por noite para cada indivíduo, para que então esta quantidade seja respeitada e suficiente para que, ao acordar, as pessoas sintam-se com as energias restabelecidas".

Dificilmente dormimos o tempo que queremos, mas o segredo é se organizar, para que o sono não fique em débito, trazendo problemas para a saúde física e mental. Não dormir direito pode resultar em falta de energia para o exercício das atividades do dia seguinte e até levar à morte. "A falta de sono é extremamente venenosa a saúde e isso pode ser constatado no caso da uma grave doença chamada ‘Insônia Familiar Fatal’. Nesta doença, a partir de um dado momento da vida o indivíduo perde a capacidade de dormir de forma eficiente e, em alguns meses, o óbito se dá pela completa falta de sono", alerta Mônica.

A especialista ressalta alguns outros prejuízos que a falta de sono pode ocasionar, como "o déficit causado ao sistema imunológico, predispondo a um maior número de infecções e alterando os mecanismos de resposta inflamatória; o aumento da sensibilidade dolorosa e a ligação da falta de sono às doenças reumatológias, como a fibromialgia (dores musculares extremas); a relação com eventos cardiovasculares, como infarto do miocárdio e aumento da pressão arterial".

Além disso, a médica lembra que diversos hormônios e neurotransmissores podem ter a ação alterada por conta da falta de sono. "A prolactina (hormônio importante para a formação de leite), por exemplo, é liberada durante o sono. Com a privação de sono, muitas mulheres com ‘dupla jornada’, têm sua produção de leite comprometida", especifica.

O comportamento de cada indivíduo também corre o risco de sofrer modificações se o organismo não conseguir descansar aquelas "horinhas milagrosas" de todo dia. "De modo geral, a privação de sono está intimamente ligada à agressividade e impulsividade em adultos e, especialmente, em crianças. Além disso, diversos outros comportamentos, tais como o comportamento sexual e o alimentar são marcadamente alterados pela falta de sono", afirma Mônica.

Funções cognitivas, ou seja, aprendizado e lógica, também são alterados por conta do déficit de descanso que a falta de sono abriga. Segundo a pesquisadora, memória e domínios como a atenção e o alerta estão drasticamente diminuídos após a restrição de sono. E não é apenas ‘não dormir’ que pode ser prejudicial. Dormir mal também é prejudicial à saúde. "O aproveitamento adequado das diversas fases do sono nos ajuda a restabelecer a disposição física necessária para as atividades do dia-a-dia".

Mônica conta que é durante o sono que reestruturamos a parte psíquica da nossa mente, o que nos ajuda a enfrentar melhor o próximo dia. Sem contar que é durante o sono que armazenamos melhor tudo aquilo que absorvemos pela memória. "Uma boa noite de sono tem efeitos restauradores, sobretudo após períodos de restrição ou fragmentação de sono", afirma.

Mesmo assim, ela garante que o primordial é manter bons hábitos de sono e, não somente, praticá-los quando possível. "Horários adequados e constantes para dormir e acordar são a melhor garantia para os efeitos positivos do sono de qualidade, resultando em bem-estar e satisfação aos indivíduos que os mantém", encerra. Levando em consideração que, em média, deveríamos passar cerca de um terço da nossa vida dormindo, é bom repensar no que você anda fazendo com o seu sono.
Por:
Tissiane Vicentin
MBPress

Café, chocolate e açúcar podem viciar

Milhares de pessoas têm algum tipo de vício em alimento, um mal responsável por sintomas prejudiciais à saúde e ao convívio social. E não é apenas a cafeína que tem efeitos similares aos de um vício. Engrossam a lista as guloseimas preferidas de mulheres com TPM (tensão pré-menstrual) e das crianças: chocolate e açúcar. Mas, se mesmo podendo viciar, esses alimentos continuam a ser vendidos em qualquer esquina, o motivo é bem simples: os cientistas ainda não chegaram a um consenso sobre eles. O único ponto de acordo é que algumas substâncias podem, sim, causar dependência. Porém, na maioria das vezes, apenas psicológica. “A cafeína, no entanto, tem ação associada ao sistema nervoso central. Ela é um estimulante e atua deixando a pessoa mais disposta, com melhora no raciocínio e na concentração”, afirma João César Castro Soares, endocrinologista e nutrólogo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O chocolate e o açúcar, por sua vez, atuam diretamente no sistema límbico (responsável pelas emoções), estimulando a produção de serotonina. Apesar desses vícios ainda não terem sido equiparados a outros, como o fumo e ao alcoolismo, a falta deles pode trazer sintomas típicos de abstinência – como [...] dor de cabeça.

Confira abaixo os motivos pelos quais café, chocolate e açúcar podem significar um risco à saúde quando consumidos em demasia.

Café – A cafeína age diretamente no sistema nervoso central. Por ter capacidade de chegar à corrente sanguínea, ela atinge o córtex cerebral exercendo efeitos como redução da fadiga e uma melhora na concentração e na capacidade de pensamento. Entre os sintomas de abstinência da cafeína estão dor de cabeça, tremedeira, tontura, aumento da ansiedade e fraqueza. [...]


Açúcar – Festa de aniversário tem bolo. A inclusão de verduras e legumes no prato da criança é recompensada com uma deliciosa sobremesa. Segundo o endocrinologista João César Castro Soares, nossa cultura tem ainda o hábito de gratificar situações de sofrimento e estresse com... um doce. Se o açúcar já era responsável por uma sensação de prazer – associada à produção de serotonina pelo sistema límbico (emocional) -, ele tem ainda um efeito psicológico incutido na educação quando ainda somos crianças. “É quase um antidepressivo, uma cura momentânea para nossas angústias”, diz. De acordo com Soares, os mamíferos em geral, mesmo aqueles que nunca sentiram o gosto doce antes, são estimulados pelo açúcar. “Se você der um pedaço de doce para um cachorro, ele vai ficar agitado e vai querer mais. Isso em função da sensação de prazer que ele sente com esse alimento.”

Excesso de açúcar: além de estimular o ganho de peso e a obesidade, aumenta as chances de se desenvolver diabetes e de aparecimento de cáries. Algumas pessoas apresentam problemas gástricos.

Chocolate – A teobromina, uma substância presente neste doce, estimula a produção do neurotransmissor serotonina, que proporciona uma sensação de prazer e bem-estar. “Minha produtividade no trabalho está atrelada ao consumo de chocolate. Se não como, parece que meu cérebro fica sem energia”, conta a advogada Mariana Veiga, 25 anos. De acordo com o endocrinologista Walmir Coutinho, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, existem estudos que apontam que a região do cérebro ativada com o consumo do chocolate é a mesma afetada em um dependente de cocaína. O alimento é tão eficiente em proporcionar prazer (e viciar), que, contam os registros históricos, já foi relacionado com forças ditas malignas. “No século 16, os jesuítas deixaram escrito que a bebida feita de cacau consumida pelos nativos era uma coisa do demônio. Isso porque eles não conseguiam parar de consumi-la, era algo viciante”, conta o endocrinologista João César Castro Soares..
[...] De acordo com o endocrinologista Walmir Coutinho, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, existem estudos que apontam que a região do cérebro ativada com o consumo do chocolate é a mesma afetada em um dependente de cocaína. O alimento é tão eficiente em proporcionar prazer (e viciar), que, contam os registros históricos, já foi relacionado com forças ditas malignas. “No século 16, os jesuítas deixaram escrito que a bebida feita de cacau consumida pelos nativos era uma coisa do demônio. Isso porque eles não conseguiam parar de consumi-la, era algo viciante”, conta o endocrinologista João César Castro Soares. [...]



Excesso de chocolate: por ser um alimento muito calórico, pode acabar em ganho excessivo de peso e até em obesidade. Há ainda problemas indiretos, como um aumento no risco de desenvolver diabetes e problemas cardíacos.